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A teoria do processo opositor foi proposta nos anos 70 por Richard Solomon no artigo “The Opponent-Process Theory of Acquired Motivation: The Costs of Pleasure and the Benefits of Pain” [1] e basicamente propõe que as sensações subjetivas humanas, incluindo prazer e dor, seguem uma dinâmica tal que a sua ocorrência recorrente num curto período de tempo gera uma reação contrária de intensidade crescente e duração maior.

Isto explicaria fenômenos como tolerância e dependência de drogas e outros vícios, masoquismo e auto-mutilação, o prazer derivado da prática de esportes, entre outros.

Sinteticamente a teoria propõe que, quando um estímulo que gera uma sensação A é repetido num curto espaço de tempo (menor que o tempo de decaimento crítico), uma sensação B de sentido oposto passa a ocorrer em seguida a A, no sentido de equilibrá-la. A sensação B aumenta em intensidade e duração conforme A é repetido, até que chega a diminuir a própria sensação de A, fazendo com que o estímulo passe a ter um efeito contrário ao original (por exemplo um estímulo que originalmente causava prazer agora gerando sofrimento). Esta adaptação de B decairia com o tempo embora tenda a persistir por um tempo longo.

Referências Editar

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