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Obter grandes picos de felicidade pode parecer intuitivamente desejável de uma perspectiva utilitarista, mas é necessário levar em conta se isso pode ou não afetar o quanto pequenos prazeres serão experienciados depois.

De fato, o impacto positivo da riqueza sobre a felicidade é significativamente enfraquecido pelo impacto negativo da riqueza sobre o saborear. A riqueza promete o acesso a experiências de pico, que por sua vez, minam a capacidade de saborear pequenos prazeres. De fato, quando participantes são expostos a fotografias de dinheiro (o que os predispõe a pensar em riqueza) gastam muito menos tempo comendo um pedaço de chocolate e apresentam menos prazer ao fazê-lo. Em suma, não apenas são os pequenos prazeres da vida cotidiana uma importante fonte de felicidade, mas o acesso irrestrito a experiências de pico pode realmente ser contraproducente.

Veja tambémEditar


ReferênciasEditar

  • Parducci, A. (1995). Happiness, pleasure, and judgment: The contextual theory and its applications. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum.